Disputa de Gigantes: Zoom, Facebook, Microsoft e Google Meet. Quem vence essa guerra?

Dando força àquele ditado que diz: “enquanto uns choram, outro vendem lenços”,  diversas empresas despontaram em seus setores nesse momento de crise mundial.

 

Uma delas a gigante da tecnologia  Zoom Video Communications, Startup americana, que oferece um aplicativo de videochamadas com limite de duração de 40 minutos ganhou destaque global em meio à quarentena para conter a pandemia do novo Coronavírus. 

 

Os gigantes da tecnologia, Facebook e microsoft também disputam a liderança desse setor, e nessa briga o nosso queridinho  Google em maio vai liberar seu aplicativo Google Meet de graça para todos. 

 

Serão permitidas videoconferências via internet com até 100 pessoas e sem limite de tempo.

 

Qualquer pessoa que tenha uma conta no Gmail poderá usar o Google Meet, o que significa que o app ficará disponível para mais de 2 bilhões de usuários globalmente.

 

E para democratizar o acesso, não é necessário ter uma conta do Gmail, e-mails de qualquer servidor podem funcionar no Meet.

 

O Google informa que vai restringir o tempo das videoconferências no Meet para 60 minutos a partir de setembro deste ano.

 

Javier Solero, vice-presidente da divisão corporativa G-Suite no Google, as videochamadas se tornaram mais importantes em face da pandemia do novo coronavírus. “Temos ganhado 2 milhões de usuários no Meet por dia durante a quarentena. Esse é o produto do Google que mais cresceu neste ano”, afirma Solero, em entrevista à revista EXAME.

 

“O que vamos levar de lição depois da quarentena é que podemos realizar muitas atividades sem precisar estar fisicamente no mesmo lugar. Saberemos o quanto um banco, uma escola ou uma emissora de TV pode funcionar à distância”, afirma.

 

Ele acredita que o trabalho remoto, conhecido pela expressão em inglês home office, será mais adotado no futuro, após o fim da pandemia do coronavírus. “Essa experiência vai mudar a perspectiva de empresas, escolas e governos sobre a colaboração remota. O mundo vai voltar a se reunir em ambientes físicos. Isso é importante. Mas teremos evidências que mostrarão que nem todos precisam estar sempre fisicamente presentes.” Jamais seremos os mesmos, teremos um novo normal pela frente.

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